segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

2008 -> 2009

Um ano de coisas momentâneas, foi este ano...Um ano sem conquistas, sem grandes vitórias.Felicidade em forma de flash.Errei. ‘Pequei’ contra minha natureza.E cada dia me lembrava dos meus valores, sonhos – e queria tê-los, ir além dos meus limites e torná-los mais do que simples sonhos.Descobri grandes certezas e as esqueci em horas que não deveria tê-las deixado longe de minha memória.Fiz o que em certo momento quis, mas e depois? Por vezes me dei bem, por vezes algo deu errado.Se me arrependi? De todos os erros que cometi, alguma lição aprendi.Este talvez seja uma forma de redimir os erros, mas verdade é que insisto em querer, novamente, fazer tudo à minha maneira.Que venha um novo ano, que não comenta os mesmos erros, que eu possa progredir de mim para mim.-De aprender novas coisas, de aperfeiçoar as antigas.-De transmutar meus medos em combustível para minha evolução.
-De confirmar incertezas, de esclarecer verdades.
-De ilusões incorpóreas para aleatórias experiências construtivas
.-Da felicidade momentânea à conquistas duráveis.
E é assim que estou dando adeus a 2008:Pensando que o futuro dependerá daquilo que farei no presente.

domingo, 22 de junho de 2008

Em Busca da Felicidade

Foi sim, nos dado o direito de livre arbítrio. Mas raramente se fala sobre as consequencias desse "poder" que nos foi concedido.
A vida é uma corrida eterna pela felicidade. Mas felicidade é algo momentaneo. Não a temos o tempo todo, por isso não somos felizes como achamos que deveriamos ser.
Reclamar da vida, achar que ela é incoerente, errada ou ao menos estúpida faz parte do momento em que não estamos perto da felicidade.
Nem todos somos hipócritas. Apenas buscamos a nossa própria felicidade, sem as vezes olhar pro lado.
Já ajudei desconhecidos, fiz trabalho voluntário no colégio, ajudo em casa e nunca recusei de emprestar dinheiro pra algum daqui de casa (mesmo que fosse necessário certa pressão). Mas as vezes, olho pro lado. Nem sempre posso estender a mão. Muitas vezes, algumas pessoas nem parecem ser merecedoras de esforço. No mais, não estou julgando alguém. O fato é que já ajudei gente que não merecia e já fui ajudado quando achei que não merecia.
A vida não se baseia nos meios que justificam seus fins, se baseiam em atos que considerem a felicidade de alguem alem da sua.
Até porque, não existe felicidade que não deva ser partilhada.